Fitoterapia em Animais - Matéria que escrevi para a 29ª Edição da Revista Mais Ibiúna, em Fevereiro/15.
As fotos desta matéria são das minhas lindas Meninas, Tutty, Mel e Peteca.
Olá, todo mês contamos um pouco da Fitoterapia,
escrevendo sobre de sua história, e também das Ervas Medicinais. Este mês
falaremos um pouco sobre a utilização das Ervas no tratamento de animais,
nossos Pets.
A Fitoterapia é um tratamento* e prevenção de doenças com
a utilização das Plantas e Ervas Medicinais. Sua ação vem dos princípios ativos
existentes nas plantas. De todas as Ervas utilizadas para humanos, apenas 1%
(um) é utilizada na medicina Veterinaria.
Os animais respondem tão bem ao tratamento com fitoterápicos, como os seres humanos – para isto é importante
fazer o tratamento com profissional habilitado, que trabalha com plantas
medicinais através do conhecimento da ação dos princípios ativos presentes nas
plantas e de sua toxicidade. A produção de medicamentos fitoterápicos
veterinários atualmente tem os mesmos parâmetros de controle que se encontra
nos medicamentos fitoterápicos registrados pela ANVISA para uso humano.
Ainda existe o preconceito de sua utilização, pela falta de conhecimento
e utilização de forma incorreta.
Vantagens da Fitoterapia:
1.
Custo baixo
2.
Não contém nenhum produto químico. Somente
seu princípio ativo.
3.
Poucos efeitos colaterais
4.
Ajuda a curar e prevenir inúmeras doenças
Os Fitoterápicos agem de maneira mais branda no organismo
dos animais, e é uma alternativa aos produtos alopáticos, pois apresentam baixa
toxicidade e em nosso Pais temos inúmeras ervas que poder sem utilizadas.
Algumas Plantas utilizadas na
Fitoterapia Animal.
Ø Neem: combate ao carrapato o desidratando e causando má formação nos
ovos:
Ø Citronela: é tóxico para todos os estágios das pulgas, é um ótimo
repelente;
Ø Calêndula: cicatrizante, antialérgico, antifúngico;
Ø Aloe-vera (babosa): cicatrizante, hidratante;
Ø Camomila: realça os pelos dourados, calmante e cicatrizante;
Ø Andiroba: repelente natural, atua como cicatrizante;
Ø Erva-de-santa-maria: atua na prevenção das pulgas e verminoses.
Ø Malaleuca: atua na prevenção de fungos, irritações cutâneas e alergias
Ø Hamamelis: Planta rica em tanino, cicatrizante, combate oleosidade
excessiva da pele.
Ø Copaíba: Antisséptico, anti inflamatório, anti alérgico,
antiparasitário, verrugas, desinfetante, antiulcerogênica.
Alguns tratamentos em que a Fitoterapia é utilizada
na Medicina Veterinaria
Tártaro, problemas
comportamentais e emocionais, maus
odores ocasionados pelos pets, cicatrizante, regulador intestinal, traumas,
dores musculares, repelente de insetos, doenças de pele, anti-inflamatórios,
etc.
Use de forma
segura e consciente – para você e seus animais:
Procure orientação do profissional antes de usar
qualquer Erva ou Planta Medicinal;
Compre Ervas Medicinais de fontes seguras;
Antes de prepara-las, lave as mãos e os utensílios a serem utilizados;
A água utilizada nas preparações deve ser filtrada ou mineral;
Utilize o preparado (chá, infusão) por no máximo até 8 horas horas;
A preparação quente que contenha ervas aromáticas deve permanecer tampada até que esfrie por completo;
Utilize utensílios como o vidro, cerâmica, ágata e porcelana que não liberam resíduos tóxicos na hora do preparo;
As ervas podem ser variadas para que o organismo não se “acostume”, evitando a redução de sua eficácia;
Evite longas terapias, já que o uso de medicação natural não significa total ausência de efeitos colaterais ou tóxicos;
Evite o uso associado de plantas medicinais com medicação alopática;
Mulheres grávidas ou em lactação, devem evitar o consumo de plantas medicinais;
Em caso de efeitos adversos, deve-se interromper o uso;
Compre Ervas Medicinais de fontes seguras;
Antes de prepara-las, lave as mãos e os utensílios a serem utilizados;
A água utilizada nas preparações deve ser filtrada ou mineral;
Utilize o preparado (chá, infusão) por no máximo até 8 horas horas;
A preparação quente que contenha ervas aromáticas deve permanecer tampada até que esfrie por completo;
Utilize utensílios como o vidro, cerâmica, ágata e porcelana que não liberam resíduos tóxicos na hora do preparo;
As ervas podem ser variadas para que o organismo não se “acostume”, evitando a redução de sua eficácia;
Evite longas terapias, já que o uso de medicação natural não significa total ausência de efeitos colaterais ou tóxicos;
Evite o uso associado de plantas medicinais com medicação alopática;
Mulheres grávidas ou em lactação, devem evitar o consumo de plantas medicinais;
Em caso de efeitos adversos, deve-se interromper o uso;
Fontes:
Kali Nardino, consultor farmacêutico da Divine Shen; Sérgio Panizza, presidente
do Conselho Brasileiro de Fitoterapia.
(*) Lembrando sempre que a
prescrição deve ser feita por um médico veterinário ou profissional
qualificado, pois, a eficácia só é garantida quando o uso é feito
corretamente.
“Toda
erva guarda em si um significado próprio. Como todo ser vivo devemos
respeita-las, não devemos arranca-las de qualquer forma, retire apenas o que
precisar e antes de tudo peça sua permissão”
Lembre-se as plantas medicinais devem ser
ingeridas com critério. Para cada sintoma há uma parte da planta a ser
utilizada. Consulte sempre um especialista da área medica veterinaria e
fitoterápica. Nenhuma planta substitui o seu tratamento médico, porem pode complementa-lo.
“A diferença entre a cura e o veneno é a dose”








